"Cuz to lose all my senses, that's just so typical me"
segunda-feira, junho 15, 2009
:)
"It's not always easy and
Sometimes life can be deceiving
I'll tell you one thing it's always better when we're together"
domingo, junho 07, 2009
Uma paranóia, um comportamento auto-destrutivo, uma necessidade extrema de chamar á atenção, uma agressividade controlada.
Freud acreditava que existiam os psicóticos (pessoas com doenças mentais) e que todo o resto da gente era neurótica. Eu concordo plenamente com ele, não existem pessoas completamente sãs.
E ainda se riem vocês por eu estar em psicologia, o suposto curso do desemprego.
Sabem que mais?
Mi aguardem! ;)
domingo, maio 31, 2009
segunda-feira, maio 25, 2009
quarta-feira, maio 20, 2009
terça-feira, maio 19, 2009
JAZZZZZZZ
Eu acho que já avisei meia Coimbra e arredores disto, mas não custa nada divulgar ainda mais ;P
No dia 16 de Junho, o EME Bar (bar novo no estádio) vai promover mais um concerto do Sítio de Sons, como tem andado a fazer nos últimos meses. A grrrrande diferença é que, neste mítico dia, eu, moi, je, Maria Leonor Bicker, vou cantar dois standarts de jazz sozinhinha pela primeira vez na vida. Ah poisééé!!
Como, obviamente, este dia ficará marcado para a história da música mal eu atinja o estrelato como cantora de jazz profissional, é mais que certo que todos vocês quererão fazer parte dele e presenciar tamanho momento musical, por isso APAREÇAM!!
Quantos mais melhor ;)*
quarta-feira, maio 13, 2009
Queima 2009
Começo aqui uma enxurrada de palavras que definiram a minha queima. Feel free para acrescentar as que descreveram a vossa:
Alucinação
ALCOOL
Dança
Maluqueira
Devaneio
ALCOOL
Festa
Música
ALCOOL
Homossexualidade
Asneiras
Amizade
ALCOOL
Sem vidice
ALCOOL
Comoção
Arrependimento
Diversão
ALCOOL
Tectonic
Putedo
ALCOOL
e...
ALCOOL
(há mais de certeza, por favor ajudem)
segunda-feira, maio 04, 2009
De caloirinha a morcega
Lá fora reinava a maior das confusões, á medida que a mancha negra se movia pelas ruas, mas naquele recanto da Universidade de Coimbra, a noite caía suavemente sobre nós.
Eu estava parada, á frente da minha madrinha (da minha mana acima de tudo), emocionada, maravilhada, e ela, com o orgulho no olhar, olhava-me ternamente.
Dobrou-me a capa em cinco (os anos que faltam para acabar o curso) e colocou-ma suavemente sobre os ombros; depois, com palavras de encorajamento e ternura, atirou-ma por cima do ombro; e assim nasci estudante.
Muito obrigado, minha mana, por estares sempre comigo, sempre, e por mais uma vez teres participado num momento crucial da minha vida e o teres tornado eternamente especial.
Não sei como te agradecer, apenas... adoro-te do fundo do meu coração*
domingo, abril 05, 2009
quinta-feira, março 26, 2009
sexta-feira, março 20, 2009
domingo, março 08, 2009
Diálogo na sombra
A . — Quisera saber como és feito por dentro ... Como é a tua vontade por dentro, que coisas há naquela parte do teu sentir que tu não medes que sentes.
E . — Tão feminina nisso ... E és da matéria das coisas irreais!
A . — Quando levantas um braço eu queria saber porque coisas do além, tu levantas esse braço ... O que há por detrás de o tu quereres levantar e de saberes porque o queres levantar? Vim contigo há tanto e não sei quem tu és... Reparo às vezes nos pequenos gestos que fazes e vejo quão pouco sei de ti ...
E . — Eu próprio não sei quem eu sou ... Meus gestos são entes estranhos quando reparo neles, e sombras incertas quando não reparo. São uma perpétua revelação a mim próprio. Sou tão exterior a conhecer‑me como o mundo externo ... Entre o meu querer erguer um braço e ele erguer‑se vai um intervalo divino ... Transponho, entre pensar e falar, um abismo sem fundo humano.
A . — Eu sou simples como uma pedra no caminho ou uma rosa numa roseira.
E . — És simples porque não te espelhas em ti. Uma pedra no caminho é (atónita) um mistério igual a Deus ... Uma rosa numa roseira é tão compreensível como a Vida ...
A . — Olho‑te e amo‑te e não te possuo nunca. Floriram em (...) as rosas do meu jardim ... Acompanho‑te e perco‑te sempre que olho para ti.
E . — Eu próprio não me acompanho ... como poderás tu acompanhar‑me? Vejo meus pés andar como quem vê passar um cortejo humano nas distâncias e na noite ... Reparo na minha sombra como numa face desconhecida que espreitou de fora à janela da minha moradia ... Não compreendo nada ... Não compreendo nada.
A . — Mas há coisas que tu compreendes e que nunca me confessas. Falas‑me dos teus amores e dos teus desejos mas eu sinto que guardas para ti, fechada na mão, uma jóia qualquer do teu sentimento. Porquê se eu te amo e se somos um só?
E . — Porque nunca somos um só. Aquilo que eu não te digo, apesar de habitarmos juntos este palácio e juntos pensarmos neste jardim. Segredo‑o a mim quando estou mais só e nem ergo a voz, para que me não ouça não sei quem que me não pode ouvir.
A . — Sou a tua Alma e a mim‑próprio não me contas tudo! Passou ontem uma brisa leve pelo jardim. Trouxe perfumes de outros jardins [...]
Fernando Pessoa
quarta-feira, janeiro 28, 2009
sábado, janeiro 24, 2009
O elefante e a estaca
Quando eu era pequeno adorava o circo e, por isso mesmo, nunca perdia uma única ida deste fantástico mundo á minha cidade. Uma das coisas que, desde muito pequeno me intrigou foi que, os elefantes, aquelas bestas descomunais, estavam sempre presos por uma pata a uma pequena e insignificante estaca de madeira. Claramente, o elefante poderia, em qualquer altura que quisesse, puxar a estaca com toda a facilidade e fugir dali para fora; no entanto, não o fazia. Porquê?
Finalmente, numa das minhas muitas idas ao circo, recebi resposta de um dos tratadores. O elefante era levado para o circo ainda bébé, e preso com uma estaca pequena de madeira. Ora, nessa altura o elefante não tinha muita força, e as suas tentativas iniciais de puxar a estaca e fugir eram sempre em vão; assim sendo, a dada altura o elefante deixava de puxar: resignava-se. E resignava-se de tal modo que, passado anos, quando já era enorme e forte, continuava convencido de que a estaca que o prendia era mais forte e que ele e nem sequer se dignava a tentar outra vez, não fazendo sequer ideia da surpresa que teria se tentasse, uma vez mais.
Esta história fez-me pensar, acerca da resignação das pessoas, do inconformismo. Quantas estacas haverão na nossa vida e na nossa sociedade que islusóriamente nos prendem, porque simplesmente, a dada altura, deixámos de tentar? E, por sua vez, que surpresas não teríamos nós se, um dia, decidíssemos tentar só mais uma vez?
sábado, dezembro 06, 2008
"Flaws And All" - Beyoncé
I'm a bitch in the afternoon
Every now and then without warning
I can be really mean towards you
I'm a puzzle yes in deed
Ever complex in every way
And all the pieces aren't even in the box
And yet, you see the picture clear as day.
I don't know why you love me
And that's why I love you
You catch me when I fall
Accept me flaws and all
And that's why I love you
I neglect you when I'm working
When I need attention I tend to nag
I'm a host of imperfection
And you see past all that
I'm a peasant by some standards
But in your eyes I'm a queen
You see potential in all my flaws
and that's exactly what I mean.
I don't know why you love me
And that's why I love you
You catch me when I fall
Accept me flaws and all
and that's why I love you


